2º Ciclo

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O segundo ciclo do Ensino Básico no St. Paul’s School, enquanto ciclo de transição, procura, acima de tudo, dar continuidade à qualidade do trabalho desenvolvido nas valências anteriores. Continuamos, assim, a desenvolver um currículo bilingue, assumindo a Língua Inglesa um currículo extenso e rigoroso, articulando-se organicamente com as aprendizagens consagradas no currículo nacional.

Ministrado por uma equipa pedagógica coesa, dotada das ferramentas necessárias a uma coerente e eficaz prática pedagógica, este ciclo assegura, contudo, uma matriz curricular mais exigente. Com uma maior complexidade ao nível dos conteúdos específicos das diferentes disciplinas que compõem o desenho curricular, é ainda enriquecido pela introdução do estudo da Língua Espanhola e pelo alargamento do plano de estudos da Língua Inglesa, com sessões de trabalho específico de desenvolvimento dos oral skills e da literatura inglesa e de preparação para a certificação dos nossos alunos pela University of Cambridge.

Por acreditarmos que a pré-adolescência é uma etapa difícil no processo de desenvolvimento das crianças, no St. Paul’s School acompanhamos de muito perto os nossos alunos, procurando entendê-los com profundidade e carinho, pelo que é neste ciclo que emerge o precetorado e a figura do precetor, que realiza um trabalho de acompanhamento dos seus precetorandos nos domínios pedagógico, pessoal e social, concorrendo para o seu êxito enquanto membros da comunidade educativa.

A aprendizagem do Latim e a Oficina Multimédia constituem outras atividades de enriquecimento a partir do 2º Ciclo Básico.

O Colégio St. Paul’s School cumpre com rigor as orientações emanadas do Ministério da Educação (Português), lecionando os currículos oficiais de cada disciplina e de cada área disciplinar. Contudo, introduz no desenho curricular do 2.º ciclo várias ofertas que vêm enriquecer o currículo e, por consequência, o próprio Projeto Educativo do Colégio, a saber:

Língua Inglesa

No 2.º ciclo, o estudo continuado da Língua Inglesa promove um trabalho sistemático de aquisição das competências linguística necessárias a uma eficaz comunicação neste idioma. Com uma carga horária bastante enriquecida, desenvolve-se um trabalho diversificado e bastante intenso. As sessões são lecionadas por uma vasta equipa de professores nativos oriundos de países de língua oficial inglesa e assumem configurações várias, concorrendo para uma autonomia progressiva do aluno e para a aquisição de conhecimentos de relevo cultural.

Lecionam-se sessões específicas de Literatura Inglesa e de situações práticas que valorizam a comunicação oral e escrita (desenvolvimento das oral skills), dotando os alunos das competências necessárias a uma comunicação fluente e eficaz. Anualmente são postos à prova, mostrando os seus conhecimentos nos exames de Língua Inglesa da University of Cambridge.

Língua Espanhola

Conscientes da importância cada vez mais evidente da aprendizagem de Línguas Estrangeiras no futuro dos nossos alunos, o Colégio introduz no 2.º ciclo a aprendizagem da Língua Espanhola, oferecendo assim mais uma ferramenta valiosa no seu currículo. Nestes anos iniciais, procuramos dotar os nossos alunos das competências essenciais da Língua Espanhola, oferecendo-lhes uma base do conhecimento que possibilita a preparação futura destes para as provas DELE (Diploma de Español Lengua Extrajera).

Latim

O conhecimento das estruturas linguísticas do Latim contribui para a proficiência na língua portuguesa, concorrendo, também, para o desenvolvimento do raciocínio lógico dos estudantes. Efetivamente, a disciplina de Latim procura assegurar o desenvolvimento do raciocínio e da reflexão, fomentando a aquisição e a aplicação de saberes aprofundados, assentes no estudo, no posicionamento crítico, na observação e na experimentação. Por outro lado, o estudo da língua e da cultura latinas pretende promover o contato com um passado, cujos valores são permanentes, permitindo uma boa perceção etimológica do português, fomentando a compreensão da estrutura da língua e ampliando o vocabulário dos alunos. Assim sendo, da aprendizagem do Latim resulta o reforço da competência comunicativa e uma melhor estruturação do pensamento, facilitadores do relacionamento de culturas e saberes.

Informática

Área que oferece uma formação específica no âmbito das aplicações na ótica do utilizador e consequente preparação dos alunos, dotando-os de ferramentas necessárias à sua certificação no European Computer Driving Licence (ECDL) – Carta Europeia de Condução em Informática.

Estudo Acompanhado

Área de trabalho específico no âmbito das disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, que opera em desdobramento, numa forma organizacional que privilegia o acompanhamento, a reeducação e o reforço de alunos em grupos extremamente reduzidos. Estas sessões são, de acordo com a nossa experiência, excelentes momentos de pedagogia diferenciada no apoio a alunos com dificuldades específicas.

Disciplina Carga horária semanal (x45)
5º ano 6º ano
Português 7 6
Inglês 6 6
Espanhol 2 2
História e Geografia de Portugal 3 3
Ciências Naturais 3 3
Matemática 7 6
Educação Visual 2 2
Educação Tecnológica 2 2
Educação Física 3 3
Latim 1 1
Educação Musical 2 2
Oficina Multimédia 1 1

A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa que permite a recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas, apoiam as decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens.

No 2.º ciclo do Ensino Básico, a avaliação interna incide sobre as aprendizagens e competências definidas no Currículo Nacional, de acordo com os critérios específicos de cada disciplina e áreas disciplinares. Os critérios são delineados no seio de cada departamento curricular, de acordo com as orientações emanadas do Ministério da Educação. São dados a conhecer, no início de cada ano letivo a toda a comunidade educativa. É com base nestes que é feita a regulação e reorientação do processo ensino-aprendizagem.

A avaliação encerra diferentes naturezas de acordo com o momento e o seu propósito, assumindo-se como Diagnóstica, Formativa ou Sumativa. A Avaliação Diagnóstica permite conhecer o nível de aprendizagem e de competências de determinado aluno e/ou grupo, num determinado momento. ‘Esta conduz à adoção de estratégias de diferenciação pedagógica e contribui para elaborar, adequar e reformular os Planos de Trabalho, o Projeto Curricular de Turma’, as avaliações psicopedagógicas, o acompanhamento de alunos com características atípicas, etc. A avaliação assume-se como formativa na sua essência, sendo a ‘principal modalidade da avaliação do Ensino Básico. Esta assume um caráter contínuo e sistemático e visa a regulação do ensino e da aprendizagem, recorrendo a uma variedade de instrumentos de recolha de informação, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem e dos critérios de cada disciplina ou área disciplinar´.

Ao longo do processo ensino-aprendizagem, os professores oferecem aos alunos uma matriz de cada teste, comummente conhecida como Metas de Aprendizagem. Esta tem como objetivo guiar o estudo de cada aluno, orientando-o na sua preparação para os diferentes momentos de avaliação. Por fim, a Avaliação Sumativa consiste na formulação de uma síntese de informação recolhida sobre o desenvolvimento de aprendizagens e competências, definidas para cada disciplina, dando-se especial atenção à evolução do conjunto dessas aprendizagens. No âmbito da Avaliação Sumativa, são definidos princípios de atuação e normas orientadoras para a implementação, acompanhamento e avaliação dos Planos de Recuperação, de Acompanhamento e de Desenvolvimento, como estratégia de intervenção, com vista ao sucesso educativo, conforme regulamenta o despacho normativo N.º 50/2005 de 9 de novembro.

No final de cada período, de cada ano letivo e de cada ciclo, Avaliação Sumativa interna é da responsabilidade do Conselho de Turma e expressa-se em todos os documentos numa classificação de zero a vinte valores, nas disciplinas curriculares disciplinares, sendo expressa em Não Satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bastante nas áreas curriculares não disciplinares. Porém, é necessário converter esta classificação para uma escala de um a cinco (registando-se esta em todos os documentos oficiais emanados pelo Ministério da Educação, no fim de cada período).

Desta forma, a classificação obtida no final de cada período será o resultado da observação de dois domínios: aprendizagens e comportamentos/atitudes. De salientar que, para o cálculo da classificação/nível final de ano letivo de cada disciplina, os resultados do primeiro período serão contabilizados com um fator de ponderação um, sendo os resultados dos segundo e terceiro períodos contabilizados com um fator de ponderação dois. Assim, no primeiro período a classificação/nível obtido valerá 100%, no segundo período, o resultado do primeiro período valerá 33,3 % e o resultado do segundo período 66,7%; a classificação/nível do terceiro período será obtida da média ponderada dos três períodos, sendo que o primeiro valerá 20% e os restantes 40%. Estamos convictos de que conseguimos deste modo valorizar a progressão do aluno e, por consequência, a qualidade progressiva da sua intervenção.

A atribuição dos quadros de honra e de mérito pretende proporcionar um incentivo para o processo educativo dos alunos e para o desenvolvimento de atitudes positivas que estes devem ter em relação ao colégio e não deve constituir uma forma de discriminação.

Os Quadros de Honra e de Mérito pretendem distinguir os alunos que desenvolveram ao longo de cada ano letivo um trabalho de excelência. Proporcionam um incentivo extra para o processo educativo dos alunos e para o desenvolvimento de atitudes positivas face ao processo ensino-aprendizagem em que se encontram envolvidos.

O Quadro de Mérito reconhece os alunos que se distinguem por revelarem excelentes resultados em qualquer área do comportamento humano, podendo este assumir diversas configurações de acordo com a natureza da ação do aluno, quer por atribuição de prémios e lugares de destaque de natureza desportiva ou outros.

O Quadro de Honra reconhece os alunos que revelem excelentes resultados escolares, produzam trabalhos académicos de excelência ou realizem atividades de relevo pedagógico. Figuram neste quadro os alunos que para além da excelência dos seus resultados académicos revelem, também, uma conduta moral global de excelência.

O Serviço de Psicologia e Orientação (SPO), do Colégio St. Paul’sSchool, desenvolve a sua ação longitudinalmente ao longo de todos os anos de escolaridade, desde o início do Jardim de Infância ao final do Ensino Secundário.

O seu trabalho é desenvolvido para contribuir para o projeto educativo e pessoal dos alunos, tendo em conta a diversidade de características e necessidades destes, bem como de todos os intervenientes envolvidos (Docentes, Família e Comunidade).

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